Bate-papo

  • Você esta cuidando bem de você mesma, migs?

    Nat Blima | 17 de julho de 2018

    Quando a gente procura o significado da palavra “cuidar” no dicionário (também conhecido como Google), essa é a definição que encontramos:

    Significado da palavra cuidar

    Tenho certeza que você, assim como eu, já ouviu várias vezes na vida frases como “fulana não se cuida”, “você deveria se cuidar mais”, ou, a clássica, “homem não gosta de mulher que não se cuida”.

    Um belo dia, já bem cansada de ouvir frases do tipo, resolvi olhar no dicionário o significado da palavra cuidar… Qual não foi a minha surpresa (e alívio!) quando eu descobri que eu não só me cuidava, como também fazia isso MUITO bem! O vídeo de hoje é uma reflexão sobre isso.

    Bora assistir?

    As pessoas estão acostumadas a atribuir a expressão “se cuidar” à “manter-se fisicamente bonita e jovem”, quando na verdade não tem muito a ver com isso.

    Primeiro porque cuidar-se corresponde mais com tratar-se bem, com carinho e respeito, do que ir pra academia todos os dias, estar sempre com as unhas impecáveis e/ou usar um creme anti-idade. 

    Segundo porque “ser bonita” é um conceito completamente relativo – o que é bonito pra mim pode não ser bonito pra você. 

    Sendo assim, amica, preste atenção em você, pense sobre você, preocupe-se com você, interesse-se por você, tenha muita atenção para consigo mesma. Cuide-se no sentido mais amplo e significativo da palavra!

    A importância do autocuidado - Cuide-se!

    Você esta cuidando bem de vocês mesma, migs?

  • Passe a manhã comigo e bora bater um papinho

    Nat Blima | 25 de Maio de 2018

    Tinha um tempinho que eu não postava nada no canal do Youtube do Blah!Blog, coitado! Resolvi tirar a poeira essa semana e pedi lá no insta que vocês me deixassem temas para conversarmos.

    Os temas mais pedidos foram autoestima e como lidar com o luto. O resultado do bate-papo esta no vídeo abaixo, onde passamos uma manhã preguicinha e deliciosa juntas. Espero que gostem!

  • 3 lições que eu aprendi com o livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho

    Nat Blima | 17 de Maio de 2018

    O livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho foi, sem sombra de dúvidas, o livro que li mais rápido na vida. Tirando, claro, aqueles livros que a gente é obrigada a ler na escola e eu sempre deixava pro último dia, hahaha!

    Essa informação significa 2 coisas:
    – O conteúdo é bom o suficiente e vale o tempo investido. Sou muito cautelosa com o tempo, pois o encaro como meu bem mais precioso. Não tenho problema nenhum em largar um livro pela metade, por exemplo.
    – Você não quer parar de ler. Camila Coutinho escreve de forma tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão íntima! No fim das contas parece que você esta lendo o diário de uma amiga, repleto de dicas e histórias que a gente não conta pra qualquer um.

    Lições que aprendi com o livro “Estúpida, eu?”

    Eu não sou especialista em literatura, muito menos em resenha de livro. Então o objetivo do post é simplesmente contar pra vocês quais foram as lições pessoais que aprendi com o livro “Estúpida, eu?”. Bora lá?

    Lições que aprendi com o livro "Estúpida, eu?" de Camila Coutinho editora Intrínseca

    1) O networking talvez seja a coisa mais importante de todas

    Camis dedicou um capítulo inteiro de seu livro para falar sobre a importância do Networking. Deu exemplos bem pessoais e contou o que fez (e faz!) com cada contato que cruza seu caminho ou que lhe é apresentado. Admirei demais a postura dela e tenho certeza que vou reler esse capítulo várias vezes, já que concordo com cada vírgula escrita nele!

    Vou dar um exemplo muito prático sobre o Networking na minha vida: Conheci a Su Gargantini quando trabalhamos em um plataforma de blogs juntas (da qual ela era sócia). A plataforma acabou e alguns anos depois a Sú postou em seu Facebook que tinha espaço disponível para locação em seu escritório. Eu aluguei a mesa (é onde eu trabalho hoje). Trouxe a MINHA arquiteta (maneira carinhosa que eu chamo a Camila Stravalli) e minha amiga Ana, que é fotógrafa, pra cá. Apresentei o Shopping ABC como cliente pra SugarLAB (agência da Sú). A SugarLAB contratou a Strarq (empresa da Cá) para fazer o projeto de dia das mães do Shopping ABC. Strarq contratou a Ana para fazer fotos dos projetos que elas executaram. Conseguem perceber o tanto de conexões que podem sair de apenas um contato?

    Eu tenho um prazer enorme tanto em gerar conexões quanto em colher os benefícios dela, já que SugarLAB, Strarq e Ana me renderam ótimas oportunidades também ♥

    Atualmente eu venho valorizando cada vez mais as relações humanas e as pessoas em si. Os tipos de frutos que esses contatos rendem são os mais significativos pra mim a nível profissional e, principalmente, pessoal.

    2) Não há mais espaço para quem não é autêntico e verdadeiro (incluindo marcas!)

    Camis escreveu um parágrafo no livro que eu simplesmente amei (talvez seja o meu favorito!). Oh só:

    Quando todos começam a seguir o mesmo padrão, não há como evitar: fica chato! Aí o diferente volta a se destacar. Mais do que nunca é necessário se soltar, substituir o impecável pelo único e deixar a personalidade liderar a pauta, em qualquer que seja a rede social – o que é mais difícil do que parece, afinal seguir fórmulas pré-aprovadas é mais seguro do que se exibir totalmente #nofilter para o mundo.

    Quando vocês olham o Instagram, também tem a sensação de que todo mundo veste as mesmas roupas, frequenta os mesmos lugares, fazem e postam sobre as mesmas coisas e usam o mesmo preset do Lightroom?

    Eu, de uma maneira ou de outra, posso me incluir nesse balaio! Apesar de sempre ser bastante autêntica, eu não tinha ideia de que era isso que fazia as pessoas acompanharem o Blah!Blog. Então acabava achando que “o correto”, que “as boas práticas do mercado”, era fazer o que estava todo mundo fazendo (e que estava dando certo!).

    Sabe o que fez eu descobrir essa informação valiosíssima? Esse post aqui, onde eu pedi pra vocês escreverem o porquê de me seguirem. A MAIORIA ESMAGADORA DAS RESPOSTAS me disseram o que eu mais temia: Vocês me seguem por que eu sou eu. Simples assim!

    Lições do livro "Estúpida, eu?" de Camila Coutinho

    E por que eu temia isso? Bom, esse já é um tema um pouco mais complexo, talvez assunto pra um outro post… Mas basicamente porque eu não queria o peso da responsabilidade de ser referência. Olha só que coisa doida, hahaha!

    Depois de muito amadurecer este tema, cheguei à conclusão que não poderia existir motivo melhor para ser seguida. Afinal não tem coisa mais fácil pra mim do que ser eu mesma. Ser admirada por isso é um privilégio! Aliás, obrigada ♥

    3) No futuro só vai sobreviver quem produzir conteúdo útil

    Super conectada com a lição número dois, a três vem simplesmente consolidar uma coisa que a gente já sente. Hoje nosso tempo tá cada vez mais escasso e estamos cada vez mais exigentes. Sendo assim, influenciadores e marcas que ficam no superficial ou que abordam assuntos de importância social com a profundidade de um pires dificilmente vão sobreviver.

    As marcas neste momento querem se conectar não só com consumidores, mas com pessoas que compartilham de seus valores, princípios, estilo de vida etc. Razão pela qual os microinfluenciadores bem nichados estão conquistando o coração dos users de redes sociais e, consequentemente, do mercado.

    Como Camilinha disse: “Em um cenário tão dinâmico em que toda e qualquer pessoa é um novo concorrente em potencial, fotografar atravessando a rua para mostrar o look do dia já não é o bastante”, logo quem não souber se reinventar com bastante criatividade e AUTENTICIDADE vai deixar cada vez mais de ter relevância.
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    No fim das contas me identifiquei com cada um dos 9 capítulo do livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho. Principalmente porque compartilhamos a mesma profissão!

    Entretanto acredito que esta seja uma leitura pra todo mundo que:
    – se preocupa com a construção de uma boa carreira
    – goste de ler história de mulheres inspiradoras
    – saiba a importância de se reinventar e traçar novas estratégias
    – queira uma leitura leve e agregadora

    Se você já leu, conta pra mim aqui nos comentários o que achou? Para comprar, CLIQUE AQUI.

  • Você aprecia sua própria companhia?

    Nat Blima | 23 de março de 2018

    Comecei a escrever esse texto pro Instagram, mas aí me emocionei (pensei em mamis, né?)… Resolvi vir pra cá. Aqui cabe mais texto (e mais sentimento).

    Eu cresci em um lar bem cheio. Cheio de gente, de barulho, de energia e de amor. Minha mãe era, definitivamente, 3x mais virada no Jiraiya do que eu. Era tanta energia dentro do corpitcho daquela mulher que ela falava gritando HAHAHA.

    Quando a família da minha mãe se reúne, você acha que eles estão brigando, de tão alto (e de tão teatrais) que são. São capazes, inclusive, de conversar cerca de 3 assuntos ao mesmo tempo com maestria.

    Crescendo em um ambiente assim, eu passei cada vez mais a apreciar o prazer da minha própria companhia. E, por mais que eu seja uma pessoa de energia quase inesgotável, eu também amo o silêncio. Hoje gosto igualmente de estar sozinha e de estar acompanhada.

    Hoje eu me convidei para tomar um café comigo mesma. E eu aceitei, claro!

    É engraçado estar sozinha em um local em que todos estão acompanhados. Confesso que é até prazeroso! Eu sempre defendi a ideia de que pra você ser uma boa companhia pra alguém e para que as pessoas apreciem a sua presença, você precisa, antes, ser uma bom companhia para si mesma. Precisa se curtir, conversar com você e até mesmo auto entreter.

    Você já convidou você mesma para fazer alguma coisa legal? Se não, por que não? Já parou pra refletir sobre isso?

    Sempre que eu comento com alguém que fui ao cinema sozinha, recebo dois olhos arregalados olhando inconformados em minha direção. Imagina então o que esses olhos não fazem quando, além de dizer que fui sozinha, acrescento que amo ir, hahaha!

    Ao mesmo tempo, entendo que pra muitas pessoas talvez não seja fácil se fazer companhia. Seja pela falta de costume, pela falta de jeito ou até mesmo por ter sentimentos de solidão. Sem contar que quando a gente tá sozinha, acaba se conhecendo melhor, e pode acontecer, vez ou outra, de você não gostar tanto assim da pessoa que esta conhecendo.

    Em todo caso, acho que vale dar uma chance. Tem uma frase que eu gosto muito (e que aprendi na prática lá no intercâmbio) que diz que é impossível não gostar de alguém depois de conhecer a história dessa pessoa. Eu concordo! Sendo assim, você conhece sua história?

    Aliás, aproveito para deixar três objetivos de vida aqui: Sair para beber, pegar estrada e ir num show (sozinha, claro!).

    E você, já convidou você mesma para fazer alguma coisa legal? Se sim, foi bom se conhecer?

    Beijos,
    Bliminha.

  • Como viver de forma mais leve: Resoluções de 2018

    Nat Blima | 12 de janeiro de 2018

    Nesse primeiro post de 2018 vamos conversar um pouquinho sobre como viver de forma mais leve ♥

    Eu não sei vocês, mas eu tenho percebido um movimento bem forte à minha volta de pessoas que estão buscando se reconectar com o simples, buscando se conhecer, querendo lidar melhor com os problemas e dar a dimensão correta pras coisas. Eu, particularmente, tô achando isso o máximo!

    Como viver de forma mais leve

    Nessa onda de mudança de comportamento, decidi compartilhar com vocês quais são as minhas 4 resoluções pessoais para que este ano seja muito mais leve do que o ano anterior. Bora ver quais são?

    1) Encontre propósito nas suas ações e obrigações

    Tire suas obrigações do piloto automático e pense sobre elas, racionalize-as. Coloque intenção e, principalmente, propósito nas coisas que você executa. Quando você sabe o propósito de fazer o que faz, a vida fica infinitamente mais fácil de ser vivida.

    Um exercício bom é se perguntar: “O que eu deixaria de ter caso não fizesse aquela obrigação?”,  “a consequência seria positiva ou negativa?”. Trabalhar no que você não gosta, por exemplo, pode ser bastante desgastante. Mas caso mudar de emprego não seja uma opção no momento, tente pensar no que aquele emprego te traz de bom (nem que seja apenas o salário).

    2) Faça as coisas com suas próprias mãos

    Nossa vida corrida esta constantemente nos roubando  a oportunidade (e o prazer) de fazer as coisas com nossas próprias mãos. Cozinhar virou um martírio rotineiro, um chuveiro queimado é motivo de discussão na família e um pneu furado é razão para ligar pro seguro.

    A gente não só desaprendeu a fazer as coisas como também temos preguiça de aprender coisas novas. Temos preguiça de aprender a pintar a casa, de concertar a impressora e de formatar o computador. É tão mais fácil terceirizar, né?

    Pois eu te digo que TUDO que você quiser aprender, ta aí disponível na internet. Nesse fim de ano meu pai consertou um encanamento da chácara só vendo vídeos no Youtube. Isso não é incrível? Pois nesse 2018 eu vou focar bastante em fazer as coisas sem precisar terceirizar. E se você quiser se jogar no ‘do it yourself’, aqui no Blah!Blog tem post ensinando como fazer papel de parede com contact e reformar móvel antigo.

    3) A ação precede a motivação

    Com certeza um dos meus maiores aprendizados de 2017! Se você for esperar a motivação chegar para começar a fazer as coisas, para tirar seus sonhos do papel ou até mesmo para cumprir obrigações, provavelmente você não fará nada disso.

    Na maior parte do tempo o que realmente vai te ajudar a se motivar é COMEÇAR A FAZER . Já aconteceu, muito mais vezes do que eu gostaria de admitir, de eu passar o dia inteiro pensando no que eu preciso / quero fazer e no fim das contas não fazer nada. Já aconteceu com vocês também?

    A motivação não chega como um milagre.

    via GIPHY

    4) Desista das metas que não fazem sentido

    QUESTIONE suas metas. Você realmente quer aquilo? É relevante na sua vida? Você quer por alguém ou quer por você? Quanto mais a gente questiona, mais respostas temos.

    Desistir de uma meta que, depois de analisar, você chegou à conclusão que não faz mais sentido na sua vida não é uma fraqueza. As vezes você precisa ser muito mais forte para desistir de algo do que simplesmente continuar tocando o barco.

    E bora gastar nossas energias com o que realmente queremos em 2018, né non migas?

  • Expectativas para o Intercâmbio na Irlanda

    Nat Blima | 22 de dezembro de 2017

    Hoje vim compartilhar com vocês quais eram as minhas expectativas para o Intercâmbio que fiz para Dublin, na Irlanda, a convite da Vital Intercâmbios.

    (Kit que a Vital manda para todos os intercambistas)

    Qualquer viagem, por mais simples que seja, pode ser bastante transformadora. Mas, como tudo que é desconhecido, causa aquele misto de ansiedade com empolgação, sabe?

    Alguns dias antes de embarcar, meu coraçãozinho estava em polvorosa, por isso gravei um vídeo contando as minhas ansiedades pra vocês, pra dar uma acalmada nos ânimos, hahaha! Olha só:

    Logo vou gravar um vídeo contando se essas expectativas se tornaram realidades ou não. Então se você não é inscrito no canal do Blah!Blog no YouTube, a hora é agora!

    E se você quiser ver mais conteúdo sobre intercâmbio, já tem um monte de vídeos na playlist de Intercâmbio no YouTube.

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    Conheça a Vital Intercâmbios!
    Site | Instagram | Facebook | YouTube

    Conheça a The English Studio (minha escola na Irlanda)!
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  • TAG 9 verdades e 1 mentira

    Nat Blima | 8 de agosto de 2017

    Esses dias vi esse vídeo no canal de uma Youtuber que sigo e fiquei morrendo de vontade de gravar também!

    A TAG chama 9 verdades e 1 mentira, e aí a graça é azamicas tentarem adivinhar qual dos fatos é, na verdade, uma mentira, hahaha! Será que vocês vão descobrir? Bora ver o vídeo:

    Acho legal gravar, de vez em quando, um conteúdo pra gente se conhecer melhor, né migs? Inclusive aqui no Blah!Blog já publiquei a famosa TAG 50 fatos sobre mim. Vale o clique, viu? Os fatos estão bem legais!

    As “verdades” faladas no vídeo de hoje foram:

    1) Eu casei com meu primeiro namorado.

    2) Sou fascinada por animais marinhos gigantes, principalmente tubarões e baleias.

    3) Morro de medo do mar.

    4) Já ganhei em 1º lugar um concurso de paródias.

    5) Já fiz teste para Chiquititas.

    6) Já gastei mais de R$2.500,00 de uma vez na Sephora (MENTIRA).

    7) No ginásio, se eu tirasse uma nota abaixo de 9 eu chorava.

    8) Peguei 3 DPs por falta na faculdade.

    9) Meu cachorrinho favorito faleceu nos meus braços.

    10) Eu ia adotar uma cachorrinha, mas aí o dono dela doou ela pra outra pessoa 🙁
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    Gostaram de TAG? Se você tiver alguma sugestão de vídeo do tipo, é só deixar pra mim aqui nos comentários!

  • Dicas para aumentar a Autoestima através das Redes Sociais

    Nat Blima | 29 de março de 2017

    Eu acredito que dicas para aumentar a autoestima são sempre bem vindas!

    Então hoje vamos falar sobre como as Redes Sociais podem afetar a forma como nos sentimos e como podemos usá-las em benefício próprio.

    Dicas para aumentar a Autoestima através das Redes Sociais

    Separei 3 dicas especiais, que realmente funcionaram comigo, e que eu espero que funcione com vocês também. Você pode acompanhar o conteúdo no vídeo ou rolar a tela e ler o texto abaixo, como preferir, tá bom?

    Eu compartilho outros textos e vídeos sobre reflexões que faço na tag Pensamentos de Bliminha. Vale o clique se você curte assuntos como autoestima, autoconhecimento e amor próprio.

    As dicas para aumentar a autoestima através das redes sociais podem parecer simples, mas quando elas são aplicadas em conjunto e diariamente, fazem bastante diferença! Veja só:

    1) NÃO SIGA PESSOAS, PÁGINAS E PERFIS QUE TE FAÇAM MAL

    O fazer mal é relativo. Pode ser um perfil de fofoca, uma pessoa que faz você ter sentimentos negativos com respeito a você mesma ou que te cause inveja. Pode até ser uma amiga que você tenha um certo ressentimento ou algum assunto a ser resolvido, sabe?

    Seguir essas pessoas, no fim das contas, faz mais mal do que bem. O botão ‘Unfollow’ é uma verdadeira benção pra nossa autoestima!

    2) SIGA PESSOAS, PÁGINAS E PERFIS COM OS QUAIS VOCÊ TENHA AFINIDADE

    A maioria das pessoas usam as redes sociais para, obviamente, socializar. Mas o Instagram, Facebook e demais redes podem ser uma verdadeira ferramenta de inspiração pessoal.

    Sendo assim, procure acompanhar perfis com os quais você sente afinidade e identificação. Pessoas que, no fim das contas, te tragam sentimentos positivos e agreguem algo de bom na sua rotina.

    3) PROCURE GRUPOS PARA DISCUTIR ASSUNTOS RELEVANTES PRA VOCÊ

    O Facebook, por exemplo, esta cheio de grupos bacanas onde a gente se sente acolhida e com vontade de compartilhar e trocar experiências, sentimentos, inseguranças etc. Um espaço que eu particularmente gosto bastante é ‘Um papo sobre autoestima‘ das meninas do Futilidades.

    Mas o grupo pode ser no Whatsapp, no Google+ ou em qualquer outro lugar que você achar relevante. O importante é dividir pensamentos e ver, na prática, que estamos todas no mesmo barco e somos muito mais fortes quando estamos unidas.
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    E você, tem outras dicas para aumentar a autoestima através das Redes Sociais? Se tiver, é só deixar aqui nos comentários ♥

  • Hoje é aniversário do Blah!Blog

    Nat Blima | 1 de março de 2017

    Siiiiim migas! Há 3 aninhos, nesta mesma época, os primeiros posts e vídeos estavam sendo colocados no ar aqui no Blah!Blog ♥

    E, alinhada com minhas metas e objetivos para o ano de 2017, eu não poderia deixar esta data passar em branco, certo?

    Resolvi fazer esse post+vídeo contando pra vocês quais foram meus 3 principais aprendizados ao longo destes maravilhosos 3 anos como blogueira.

    3 lições que aprendi em 3 ANOS DE BLOG

    Eu trabalhei mais tempo no Blah!Blog do que em qualquer outro emprego que tive. Dessa forma, sinto que devo compartilhar algumas lições com vocês.

    Olha só como o vídeo abaixo ficou amorzinho:

    Os aprendizados do vídeo são mais voltados para empreendedorismo e carreira, então tenho certeza que serão uma fonte rica de dicas para blogueiras.

    Porém, mesmo que você não seja blogueira, tenho certeza que o conteúdo será benéfico e inspirador para sua vida também. Olha só quais são as 3 lições:

    Existem momentos em que só você vai acreditar em você. E tá tudo bem!

    Você deve ser sua maior incentivadora, já que em diversos momentos só você vai acreditar em si mesma. A verdade é que ninguém consegue te enxergar 100% e saber o que se passa nessa cabecinha. Ninguém conhece sua força e capacidade mais do que você mesma.

    Então não estranhe caso algumas pessoas tentem colocar empecilhos em seus objetivos. Somente você sabe onde é capaz de chegar!

    Você é quem define o seu valor

    Só você sabe o quanto o seu trabalho dá trabalho, ou seja, só você pode definir o valor dele!

    Não digo somente no sentido financeiro da coisa, mas também no sentido emocional, comportamental e profissional. Não se associe com marcas, empresas e pessoas que não enxerguem sua profissão e trabalho com o valor devido.

    Ser é melhor que ter

    Não abra mão do que você É para que você TENHA alguma coisa. ‘Ter’ deve ser consequência de um trabalho bem feito e honesto, não o objetivo dele.

    O TER não é sustentável a longo prazo – ele é bem passageiro, na verdade. Enquanto o SER é pouco mutável e é genuinamente verdadeiro.

    Abrir mão dos seus princípios e valores para ter algo não vale a pena!

    comemoração aniversário do blog

    Espero que o post seja útil e prático pra vida de vocês também, amicas! E espero que vocês tenham conhecido um pouquinho mais sobre a blogueira que vos escreve e meus princípios e ética de trabalho.

    Gostaria muito que você deixasse um presente pro Blah!Blog em forma de comentário aqui no post, que tal? Quero saber sua opinião sobre o que foi escrito ou até mesmo uma sugestão de tema que poderíamos conversar no próximo post de Pensamentos de Bliminha.

    E que o 4º ano de Blah!Blog seja ainda mais especial!

  • Quantas vezes você se negou aproveitar o momento?

    Nat Blima | 13 de fevereiro de 2017

    Hoje, assim como em todos os outros dias de Fevereiro, estava um calor de rachar. Tive uma súbita vontade de tomar sol e, como o Dime estava saindo, pedi para ele dar uma olhada se tinha alguma cadeira vazia na área da piscina do condomínio.

    Marido logo confirmou que haviam 2 cadeiras vazias (são 4 no total). Então eu rapidamente coloquei o primeiro biquíni que vi pela frente, passei protetor, peguei um óculos escuro, meu celular, fones de ouvido e desci na velocidade da luz. Em 5 minutos eu já estava sentada e botando pra tocar a minha playlist “bem de bouinhas” no Spotify.

    Passado alguns minutos, o soninho começou a chegar e eu dei uma bela espreguiçada na cadeira, esticando bem os braços pra cima. Olhei de relance e vi que a depilação da axila estava vencida. Abaixei o braço.

    Quase que no mesmo instante eu já fiz uma vistoria completa do que “não estava em dia” ali no meu corpinho. A perna provavelmente não via a lâmina há uma semana… A virilha, nossa! Tinham uns dois dedos de pelos pra fora da calcinha. O braço, a coxa, a barriga e todo o restante do corpo não estavam descoloridos do jeito que eu gosto… Enfim, tantas coisas ~não apropriadas~ ali…

    Dei aquela mini gargalhada interna, soltando o ar pelo nariz. Fiquei espantada em perceber como aquelas constatações não haviam feito eu mover um músculo sequer de preocupação. Eu realmente não estava dando a mínima.

    Nesse momento, começa a tocar:

    And I’m free, free falling
    And I’m free, free falling

    Fiquei pensando em quantas vezes nós, mulheres incríveis, deixamos de curtir o presente, de criar memórias e de fazer o que sentimos vontade simplesmente por não nos sentirmos confortáveis em nossa própria pele. Por parecermos, de alguma forma, inadequadas.

    Quantas vezes você já deixou de usar saia porque as pernas não estavam lisinhas? Quantas vezes você já se atrasou porque se sentiu na obrigação de passar maquiagem? Quantas vezes você já tampou a boca depois de soltar uma gargalhada alta e espontânea? Quantas vezes você já recusou o passeio pra praia porque sente vergonha de ficar de biquíni na frente da galera? Quantas vezes você já pediu desculpas por coisas que não são culpa sua?

    Quantas vezes você já deixou coisas insignificantes roubarem sua felicidade e te impedirem de aproveitar o momento em toda sua plenitude?