A Bad bateu e eu deixei ela entrar

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A Bad é tipo aquela visita inconveniente que chega quando você menos espera. Chega sem avisar, vai abrindo a porta, sentando no sofá… Quando você se dá conta, a Bad já dominou a casa toda (e você ainda nem conseguiu escovar os dentes e botar um sutiã pra receber a visita, sabe?).

Pois é… A Bad me visitou essa semana. Logo eu, rainha da positividade.

E sabe o que eu faço quando a Bad chega, amicas? Eu sirvo um café, sento com ela no sofá… A gente vê muita Netflix juntas. As vezes até um bolinho eu ofereço pra visita, acredita?

Eu entendi, com o passar do tempo, que é importante aceitar e tentar entender qualquer sentimento diferente que nós tenhamos. É respeitoso com nosso corpo, nossa mente. Faz parte do exercício de autoamor se permitir sentir, por mais doloroso que isso possa parecer.

A cada vez que entro em uma crise existencial eu saio dela mais forte, mais madura, mais segura e, principalmente, mais certa do que eu sou e do que eu não sou. E o autoconhecimento é a chave da autoconfiança!

Aliás, taí um ponto importantíssimo quando você deixa a Bad entrar – É o fato de eu conhecer a minha mesma, saber dos meus pontos fortes e fracos, que me dá a certeza que tudo aquilo que eu estou vivendo no momento é passageiro. Todos aqueles sentimentos ruins, todas aquelas angústias e pensamentos negativos vão embora logo logo. Aquilo não faz parte de mim, aquilo não representa o que eu sou.

Essa semana a Bad me pegou, mas mesmo assim tentei tirar proveito dela (já que ela estava lá, né?) e aproveitei meu momento introspectivo para refletir e chegar à essas conclusões bem pessoais que vocês estão lendo aqui no post. Sai da minha zoninha de conforto e escrevi sobre sentimentos. Quem diria?

Imagina só o quanto você pode se conhecer se, na próxima vez que a Bad bater, você deixar ela entrar?

Beijos,
Nat.

14 Comentários

  1. Sheila Menezes

    27 de janeiro de 2017 em 11:06

    Amica, estou tão acostumada com seu alto astral que é até difícil te imaginar na bad…
    Mas somos seres cheios de sentimentos, medos, angustias e muita, muita ansiedade pra ver tudo acontecendo ao mesmo tempo!
    Eu pelo menos sou assim.
    A bad me visita justamente quando vejo minha vida passando, quando lembro de coisas que deixei pra trás e por fazer, quando lembro que deixei a faculdade de Jornalismo no 6º período pra manter meu casamento e constituir um família…
    Não me arrependo, porém, quando a bad chega sinto um vazio enorme, vêm os questionamentos… E se… E se eu tivesse me formado? E se eu tivesse feito outras escolhas? E se eu tivesse lutado pra ter tudo sem precisar me desfazer daquilo que eu queria e que gostava???
    É bem assim Migs…
    Creio que a bad vem justamente pra isso, pra fazer a gente parar um pouco com a correria do dia-a-dia e refletir sobre o que estamos fazendo de nossas vidas, se o que estamos vivendo realmente está nos fazendo felizes, se é isso mesmo que a gente quer e merecemos.
    “Tamo junto” nessa Migs!
    A cada dia que passa admiro muito mais a pessoa maravilhosa que você é!
    Abraços Carinhosos pra ti!

    • Natalia Blima

      27 de janeiro de 2017 em 12:28

      Tem uma frase que meu pai fala e eu acho super engraçada (e verdadeira) – “Se minha mãe fosse homem eu teria dois pais”
      Pela frase da pra perceber que não adianta ficar pensando (e lamentando) os “Se’s” do passado da nossa vida, né? Não nos leva a lugar nenhum e, na maioria das vezes, só nos traz mais dúvidas e angústias.

      Mas acho super válido, como você mesma disse, refletir no “Se” do presente e do futuro, já que esses a gente tem pode de mudar, certo? Pensar na nossa vida e nos nossos sentimentos é fundamental para descobrirmos o que realmente queremos e organizarmos nossas prioridades.

      Fico contente de estarmos juntas nessa, migs!
      A cada dia que passa eu admiro mais ainda vocês, que são muito mais do que leitoras, são minhas amicas <3

      • Sheila Menezes

        29 de janeiro de 2017 em 01:10

        Amicas Forevermente <3 Na alegria e na Bad hahaha

  2. Carla Prock

    26 de janeiro de 2017 em 15:11

    Poxa, que delícia ler esse texto. Tão maduro! Quem dera todas as pessoas saíssem da “bad” mais refinadas, com esse olhar crítico migs!!! O mundo seria outro! ?

    • Natalia Blima

      26 de janeiro de 2017 em 15:34

      Hahahaha, verdade migs!
      Vamos torcer pra que muitas pessoas leiam esse texto e reflitam um tiquinho 😛

  3. MAYUMI TANI

    25 de janeiro de 2017 em 00:31

    Lidar com esses sentimentos faz parte da nossa própria evolução!!! Somos uma metamorfose ambulante… mas as vezes essa metamorfose dói, assusta….mas no fim constrói um novo ser…mais maduro e adaptado as mudanças que estão a nossa volta !
    Parabéns por respeitar a sua “bad”… isso prova a positividade está sempre dentro de você!
    Beijos Nat!

    • Natalia Blima

      25 de janeiro de 2017 em 18:47

      Ai miga, que lindo <3

      Obrigada por dedicar seu tempo para deixar este comentário por aqui. Amei muito o que escreveu!
      Beijos, amica!

  4. Bárbara

    24 de janeiro de 2017 em 18:11

    A bad constrói enquanto destrói, né! Gosto muito de ler o que você tem pra ‘falar’. Boa amica!

    • Natalia Blima

      25 de janeiro de 2017 em 18:45

      Hahaha, verdade amica! Constrói enquanto destrói mesmo (amei a frase by the way) 😛
      Obrigada pelo comentário, amica <3

  5. Polly Camanho

    24 de janeiro de 2017 em 17:52

    Amei post … super realista e verdadeiro. Sempre e mto bom aprender coisas nova,principalmente com nossos próprios sentimentos …

    • Natalia Blima

      25 de janeiro de 2017 em 18:46

      Nem preciso falar que você vem sendo essencial na interpretação desses sentimentos, né migs?

  6. Milena Farias

    23 de janeiro de 2017 em 13:14

    Muitíssimo parabéns! Quando a bad entra tem que agir dessa forma que você escreveu. Muitas vezes é difícil, mas aí que está! NÃO PODEMOS DEIXAR ELA SER MAIS FORTE QUE NÓS. Temos que aprender a lidar com ela e ser ainda mais forte (como você escreveu) quando ela for embora.

    🙂

    • Natalia Blima

      24 de janeiro de 2017 em 10:06

      Ahhh migs, que legal que você viu esse post!
      Sinal de que realmente entra no Blah!Blog com certa frequencia, já que eu não falei desse post em lugar nenhum (por enquanto) <3

      Acredito que aprender a lidar com as nossas emoções é um super sinal de amadurecimento, né?
      Beijos e obrigada por comentar :*

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