3 lições que eu aprendi com o livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho

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O livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho foi, sem sombra de dúvidas, o livro que li mais rápido na vida. Tirando, claro, aqueles livros que a gente é obrigada a ler na escola e eu sempre deixava pro último dia, hahaha!

Essa informação significa 2 coisas:
– O conteúdo é bom o suficiente e vale o tempo investido. Sou muito cautelosa com o tempo, pois o encaro como meu bem mais precioso. Não tenho problema nenhum em largar um livro pela metade, por exemplo.
– Você não quer parar de ler. Camila Coutinho escreve de forma tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão íntima! No fim das contas parece que você esta lendo o diário de uma amiga, repleto de dicas e histórias que a gente não conta pra qualquer um.

Lições que aprendi com o livro “Estúpida, eu?”

Eu não sou especialista em literatura, muito menos em resenha de livro. Então o objetivo do post é simplesmente contar pra vocês quais foram as lições pessoais que aprendi com o livro “Estúpida, eu?”. Bora lá?

Lições que aprendi com o livro "Estúpida, eu?" de Camila Coutinho editora Intrínseca

1) O networking talvez seja a coisa mais importante de todas

Camis dedicou um capítulo inteiro de seu livro para falar sobre a importância do Networking. Deu exemplos bem pessoais e contou o que fez (e faz!) com cada contato que cruza seu caminho ou que lhe é apresentado. Admirei demais a postura dela e tenho certeza que vou reler esse capítulo várias vezes, já que concordo com cada vírgula escrita nele!

Vou dar um exemplo muito prático sobre o Networking na minha vida: Conheci a Su Gargantini quando trabalhamos em um plataforma de blogs juntas (da qual ela era sócia). A plataforma acabou e alguns anos depois a Sú postou em seu Facebook que tinha espaço disponível para locação em seu escritório. Eu aluguei a mesa (é onde eu trabalho hoje). Trouxe a MINHA arquiteta (maneira carinhosa que eu chamo a Camila Stravalli) e minha amiga Ana, que é fotógrafa, pra cá. Apresentei o Shopping ABC como cliente pra SugarLAB (agência da Sú). A SugarLAB contratou a Strarq (empresa da Cá) para fazer o projeto de dia das mães do Shopping ABC. Strarq contratou a Ana para fazer fotos dos projetos que elas executaram. Conseguem perceber o tanto de conexões que podem sair de apenas um contato?

Eu tenho um prazer enorme tanto em gerar conexões quanto em colher os benefícios dela, já que SugarLAB, Strarq e Ana me renderam ótimas oportunidades também ♥

Atualmente eu venho valorizando cada vez mais as relações humanas e as pessoas em si. Os tipos de frutos que esses contatos rendem são os mais significativos pra mim a nível profissional e, principalmente, pessoal.

2) Não há mais espaço para quem não é autêntico e verdadeiro (incluindo marcas!)

Camis escreveu um parágrafo no livro que eu simplesmente amei (talvez seja o meu favorito!). Oh só:

Quando todos começam a seguir o mesmo padrão, não há como evitar: fica chato! Aí o diferente volta a se destacar. Mais do que nunca é necessário se soltar, substituir o impecável pelo único e deixar a personalidade liderar a pauta, em qualquer que seja a rede social – o que é mais difícil do que parece, afinal seguir fórmulas pré-aprovadas é mais seguro do que se exibir totalmente #nofilter para o mundo.

Quando vocês olham o Instagram, também tem a sensação de que todo mundo veste as mesmas roupas, frequenta os mesmos lugares, fazem e postam sobre as mesmas coisas e usam o mesmo preset do Lightroom?

Eu, de uma maneira ou de outra, posso me incluir nesse balaio! Apesar de sempre ser bastante autêntica, eu não tinha ideia de que era isso que fazia as pessoas acompanharem o Blah!Blog. Então acabava achando que “o correto”, que “as boas práticas do mercado”, era fazer o que estava todo mundo fazendo (e que estava dando certo!).

Sabe o que fez eu descobrir essa informação valiosíssima? Esse post aqui, onde eu pedi pra vocês escreverem o porquê de me seguirem. A MAIORIA ESMAGADORA DAS RESPOSTAS me disseram o que eu mais temia: Vocês me seguem por que eu sou eu. Simples assim!

Lições do livro "Estúpida, eu?" de Camila Coutinho

E por que eu temia isso? Bom, esse já é um tema um pouco mais complexo, talvez assunto pra um outro post… Mas basicamente porque eu não queria o peso da responsabilidade de ser referência. Olha só que coisa doida, hahaha!

Depois de muito amadurecer este tema, cheguei à conclusão que não poderia existir motivo melhor para ser seguida. Afinal não tem coisa mais fácil pra mim do que ser eu mesma. Ser admirada por isso é um privilégio! Aliás, obrigada ♥

3) No futuro só vai sobreviver quem produzir conteúdo útil

Super conectada com a lição número dois, a três vem simplesmente consolidar uma coisa que a gente já sente. Hoje nosso tempo tá cada vez mais escasso e estamos cada vez mais exigentes. Sendo assim, influenciadores e marcas que ficam no superficial ou que abordam assuntos de importância social com a profundidade de um pires dificilmente vão sobreviver.

As marcas neste momento querem se conectar não só com consumidores, mas com pessoas que compartilham de seus valores, princípios, estilo de vida etc. Razão pela qual os microinfluenciadores bem nichados estão conquistando o coração dos users de redes sociais e, consequentemente, do mercado.

Como Camilinha disse: “Em um cenário tão dinâmico em que toda e qualquer pessoa é um novo concorrente em potencial, fotografar atravessando a rua para mostrar o look do dia já não é o bastante”, logo quem não souber se reinventar com bastante criatividade e AUTENTICIDADE vai deixar cada vez mais de ter relevância.
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No fim das contas me identifiquei com cada um dos 9 capítulo do livro “Estúpida, eu?” de Camila Coutinho. Principalmente porque compartilhamos a mesma profissão!

Entretanto acredito que esta seja uma leitura pra todo mundo que:
– se preocupa com a construção de uma boa carreira
– goste de ler história de mulheres inspiradoras
– saiba a importância de se reinventar e traçar novas estratégias
– queira uma leitura leve e agregadora

Se você já leu, conta pra mim aqui nos comentários o que achou? Para comprar, CLIQUE AQUI.

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